quinta-feira, 21 de abril de 2011
sábado, 16 de abril de 2011
Vendas de ebooks triplicam nos Estados Unidos e já superam as de livros impressos Leia mais: Vendas de ebooks triplicam nos Estados Unidos e já super

Em um press release divulgado na última quinta-feira, a Association of American Publishers revelou que as vendas de ebooks, em média, mais que triplicaram(!) nos Estados Unidos no mês de fevereiro, em relação ao mesmo período de 2010. Somando a renda de 16 editoras, seu faturamento chegou a US$90,3 milhões.
Enquanto isso, as vendas de livros adultos de capa dura caíram 43%, enquanto os de papel mais econômico (paperbacks) caíram 41,5% — com receitas de US$46,2 milhões e US$29,3 milhões, respectivamente. O download de audiobooks, por sua vez, está em alta: eles subiram 36,7% do ano passado pra cá, faturando assim US$6,9 milhões.
O Amazon Kindle evidentemente lidera o segmento, mas a notícia é ótima também para a Barnes & Noble, fabricante do nook, e para a própria Apple — que possui a loja iBookstore com títulos à venda para iPads, iPhones e iPods touch.
Curiosidade extra: quantos livros vocês leram desde o começo deste ano? Podem ser digitais ou não. ;-)
Leia mais: MacMagazinequarta-feira, 13 de abril de 2011
terça-feira, 12 de abril de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
quinta-feira, 17 de março de 2011
Casey Heynes, o Zangief Kid

Em tempos de internet o sucesso costuma ser passageiro e muito rápido. O vídeo do garoto revidando um ataque de um bullie (e lá vamos nós usar um termo estrangeiro ao invés de usar o bom e velho ‘valentão‘) espalhou-se pelo mundo como “o garoto Zangief“, com o vídeo e suas paródias em praticamente todos os blogs brasileiros.
A história virou notícia de primeira página na Austrália, pois os dois garotos estudam na escola Chifley College, em Sydney. Casey Heynes, de 16 anos, é o gordinho e Richard Gale, com 12 anos, é o garoto que o estava incomodando.
O pai de Casey disse que ele não é um menino violento e que foi a primeira vez que ele brigou na escolha. “Eu nunca o ensinei a brigar. Aparentemente outros pais não ensinam a mesma coisa.”
Os dois moleques tomaram quatro dias de suspensão pela briga. Casey virou um herói pelo mundo afora. Os pessoal desocupado da internet já quer até criar o “Casey Heynes Anti Bullying Day“. Richard não se machucou tanto quanto parece, ficou apenas com uns raspões na perna.
Casey Heynes tem até um site-tributo. Visite e deixe sua mensagem para o gordinho de lavou a alma de todo mundo.
Enquanto isso, a mãe do moleque mala disse que ele recebeu o que mereceu:
quarta-feira, 16 de março de 2011
terça-feira, 15 de março de 2011
sábado, 12 de março de 2011
domingo, 6 de março de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
11 regras da vida que seus filhos não aprenderão na escola
A vida não é fácil, acostume-se com isso.
O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele independentemente de que esteja se sentindo bem ou não consigo mesmo.
Você não ganhará 10 mil reais por mês assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.
Se você acha que seu professor é maldoso, espere até ter um chefe. Este sim não terá pena de você.
Trabalhar de ajudante durante as férias não diminui sua posição social nem lhe tira a dignidade. Seus avós tinham uma palavra diferente para isso: eles chamavam de oportunidade.
Se você fizer uma besteira e fracassar, não ponha a culpa nos seus pais. Então não lamente seus erros, melhor, aprenda com eles.
Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos e chatos como agora. Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são ridículos. Então, antes de tentar salvar o planeta para a próxima geração indicando os erros da geração dos seus pais, comece limpando as coisas da sua própria vida, como a sua própria louça ou seu quarto.
Na escola, as vezes, o professor busca eliminar ou minimizar as diferenças existentes entre vencedores e perdedores, mas na vida real não é bem assim. Você tem a chance de repetir de ano até aprender, já na vida real, se errar: – “Você está despedido!”
A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados ajudem-no a fazer suas tarefas no fim de cada período.
Televisão não é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.
Seja legal com os Nerds -aqueles estudantes que os demais julgam CDFs-. Existe uma grande probabilidade de que você termine trabalhando para um deles.
Copiado do blog Uhull.
